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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

#2017

O meu ano novo demorou 15 dias para começar "a valer" mas agora sinto-me preparada para iniciar os meus objetivos para 2017 e venho cá partilhá-los com vocês. Para 2017, gostava de:
1) Perder 8kg e 10% de massa gorda
2) Conseguir treinar, no mínimo, 4x por semana
3) Conseguir equilibrar a minha alimentação (que anda a baloiçar desde que mudei de emprego ...)
(Estas duas últimas são cruciais para atingir o objetivo 1, obviamente!)
4) Começar a ler mais (livros, revistas, jornais...)
5) Conhecer uma nova cidade europeia
6) Escrever mais frequentemente neste cantinho
7) SER FELIZ!
7 objetivos principais que tenciono cumprir, neste ano de 2017. E começa hoje.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

#agordinha

Hoje deparei-me com esta notícia acerca dos hábitos alimentares das crianças em Portugal e, de repente, senti-me novamente uma criança obesa.

Em minha casa, não havia (e não há) educação alimentar no que toca a comer verdes, comer mais grelhados e cozidos e controlar os fritos e a doçaria, isto é, o lema de vida aqui sempre foi "se apetece é para comer!" e eu, sendo educada desta forma, tornei-me rapidamente numa criança obesa. Atenção que com isto não estou a querer dizer que a minha família foi negligente, nem nada que se pareça. Simplesmente, se a menina não queria peixe, comia carne. Fizeram-me as vontades e isso, a longo prazo, foi-me prejudicial. Mas quando cresci, quando comecei a tomar consciência da realidade, também não fiz nada para mudar! E aí, só me posso culpar a mim mesma.
Nunca tive nenhum problema de saúde devido ao excesso de peso e, muito pelo contrário, sempre que fazia análises os meus valores estavam impecáveis.
No entanto, tive problemas de auto-estima, de amor próprio e até muitos desgostos no que toca a relações amorosas.

Desde cedo que comecei a ser a "gordinha engraçada".
(até porque, como já li em vários lados, os gordos são todos engraçados e quando se é gordo, tenta-se ser engraçado para ser "aceite". Mentira. Mentira total. Conheço pessoas obesas que de engraçadas e divertidas têm pouco, e muito devido à sua condição física, mas adiante.)

A "gordinha engraçada", nunca teve um namorado até entrar na faculdade.
A "gordinha engraçada" não vestia saias/vestidos com vergonha das suas coxas.
A "gordinha engraçada" comia às escondidas para não ser reprimida.
A "gordinha engraçada" não tinha assim tanta piada quando se olhava ao espelho.

Hoje em dia, continuo a ser "gordinha" (ainda que bastante menos!) e, posso dizer, "engraçada" (isso já depende dos dias!) mas muita coisa mudou. Tento todos os dias ganhar um pouco mais de confiança em mim e naquilo que sou capaz de atingir.
Hoje em dia, uso saias, vestidos e calções sem preconceito, não só porque estou efetivamente "menos gordinha" mas também porque aprendi que devo vestir aquilo que me faz sentir bem e bonita.
Hoje em dia, levo um estilo de vida mais saudável, com falhas (muitas!) mas com compensação e com equilíbrio.
Hoje em dia, consigo olhar-me ao espelho e, muitas vezes, até gostar do que vejo.

Tudo isto para tentar passar duas mensagens que, julgo, são muito importantes:

A 1ª é que, independentemente do tamanho que vestimos, o importante é sentirmo-nos bem connosco e, acima de tudo, sermos saudáveis.

A 2ª para as mães e futuras mães que possam ler: Nós somos o que comemos e os nossos filhos (ou futuros filhos) serão, em muito, aquilo que nós lhes passamos. Começar, desde pequeno, a incutir um pensamento de alimentação saudável, de equilíbrio alimentar e da importância do exercício físico (seja ele em forma de natação, futebol, dança.. o que seja...) é o 1º passo para que criemos uma criança saudável, confiante e feliz.

Até à próxima, 
Licas

imagem: google

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

#pnhc

Sexta-feira foi o último dia naquela que foi quase a minha segunda casa durante 4 anos: o Parque Nascente Health Club (mais recentemente Fitspot). Foi neste ginásio que nasceu o meu gosto pelo exercício físico. Até aí, era sedentária e o máximo que fazia era dar uma caminhada. Desde que o meu namorado me incentivou a entrar no ginásio, em 2012, que a minha vida mudou! Conheci pessoas espectaculares com quem treinei, ri, partilhei vitórias e derrotas. Pessoas que me faziam sentir em casa, de cada vez que ia treinar. Foi aqui que nasceu a minha paixão pelo Power Jump (culpa do Eduardo Pinho!), pelo Body Attack (culpa da minha Angie) e pelo meu guilty pleasure - Zumba (culpa total do Zé Canossa!).

A estes instrutores e a muitos outros que já passaram pelo PNHC e a alguns que ainda lá continuam, o meu muito muito obrigada por todos os ensinamentos, por todas as palavras de motivação e todo o tempo que me foram dispensando. Um agradecimento especial à pessoa que ainda me prendeu a este ginásio nos últimos meses - o Emanuel Xavier - por ser um profissional 100% dedicado, interessado e motivador, sem nunca perder a boa disposição e à vontade. Espero, sinceramente, e acredito que tenhas um futuro brilhante, compensador e que te faça sentir profissionalmente realizado.

A minha saída do PNHC não foi fácil. Foram 4 anos intensos e foi uma decisão muito muito pensada. Mas, afinal de contas, era inevitável.

Adeus PNHC, Olá Solinca!


terça-feira, 27 de setembro de 2016

#low

Entre lesões, incompatibilidade de horários, stress e falta de motivação, aqui estou eu, em baixo de forma: física e psicologicamente (daí a ausência do blog).

Estamos quase em Outubro e com ele vai chegar, para mim o "ano novo, vida nova": novo ginásio, novo plano de treino, novo plano alimentar e motivação renovada. Estamos quase quase lá. Sei que andei uns passos para trás, nestes últimos tempos. Mas também sei que vou voltar a andar para a frente e conseguir atingir os meus objetivos!
Quem está comigo?

Créditos da imagem: Pinterest

terça-feira, 23 de agosto de 2016

#ODificilÉ...

Hoje vi uma publicação, algures no Instagram, que decidi partilhar convosco. Porquê?  Porque, para mim (e sei que muita gente sofre do mesmo),  o difícil não é treinar,  não é ter de me levantar cedo para ir ao ginásio ou ter que chegar tarde e a más horas a casa porque fui treinar.

Para mim, o difícil é manter o foco na alimentação.
O difícil é ir a uma confeitaria, olhar para a montra de bolos e pedir um pão de sementes com queijo.
O difícil é querer batatas fritas e comer quinoa cozida.
O difícil é comer legumes todos os dias.
O difícil é ter que preparar, todos os dias, as marmitas todas para o dia seguinte.
O difícil é ouvir, constantemente, comentários sobre a alimentação que tens.
O difícil é isto tudo. Só isto. Não é treinar!  Naaaaao, isso é a parte fácil e divertida desta coisa toda do "ser fit e saudável".

E gente, para que esse difícil se torne um bocadinho mais fácil é preciso muita motivação, muita força de vontade e muita (mas mesmo muita) organização.

Um beijinho e muita força para quem está nesta luta, tal como eu.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

#simples

Olááá :)

a maior parte das pessoas que me acompanham nas redes sociais já sabe mas, para quem não sabe, iniciei um novo desafio profissional no princípio deste mês. A minha ansiedade estava nos 100% e o nervosismo também. O que é certo é que está tudo a correr muito bem, estou a adorar a experiência e FINALMENTE, estou a trabalhar numa coisa que gosto realmente. E era precisamente sobre experiências profissionais que vos venho falar.

Provavelmente, a maior parte das pessoas que me possam estar a ler, ainda não entraram no mercado do trabalho. E é principalmente para estas que escrevo. Como devem já saber, antes deste novo desafio profissional, estive num estágio profissional numa empresa do grupo mais conhecido em Portugal: o grupo EDP.  E como também devem saber, sou Engenheira Eletrotécnica, especializada em Energias Renováveis. Ora, fui cair num estágio que nada tem a ver com isso. Fui cair num estágio na área de gestão.

Porque é que fui para lá?
Pela razão lógica: "É A EDP", dizia eu.
"Pode ser que me abra portas dentro do grupo"
"Já está toda a gente a trabalhar e eu em casa"
"E sempre aprendo algo fora da minha área de conforto"

Sim, a última afirmação é claramente verdadeira. Aprendi bastantes coisas numa área diferente da que estudei. Mas gostei? Não. Não gostei profissionalmente. Adorei as pessoas, adorei o ambiente da empresa. Conheci pessoas fantásticas, fiz bons amigos e reforcei uma amizade há algum tempo esquecida mas profissionalmente não fui feliz. E fui para lá porque "É a EDP".

Neste momento, estou numa empresa pequenina, com 1 ano e pouco de vida, e estou muito mais feliz. Sei que é uma coisa recente (só tive 2 semanas de trabalho) e sei que ainda me posso arrepender deste texto (esperemos que não!) mas neste momento posso dizer que estou feliz profissionalmente. Estou a aprender muito, estou a conhecer o mercado energético de uma forma que nunca conhecemos na faculdade, estou a conhecer novas pessoas e estou a adorar.

Isto tudo para quê? Para vos dizer, a vocês que estão à procura de emprego ou que vão começar à procura num futuro próximo: não façam como eu! Não vão pelo fácil ou pelo que vos parece uma boa opção só porque "Ai, é a empresa X ou Y". Não aceitem a 1ª coisa que vos aparece só porque não querem esperar mais ou porque vêm que a maior parte dos vossos amigos já trabalha e vocês não. Levem o tempo que for preciso! Esperem, analisem o mercado, analisem bem as propostas e tenham em conta o quanto esse desafio vos vai (ou não) fazer feliz. É muito importante se sentirem bem no trabalho e acordarem com vontade de ir trabalhar, ir aprender coisas novas! É muito importante sentirem-se bem, sentirem que estão a fazer algo de útil. Atenção que não estou a dizer que me arrependo de ter aceitado o estágio! Nada disso! Foi uma experiência enriquecedora! Agora, se voltasse atrás, fazia as coisas de maneira diferente? Provavelmente sim.

Tenham calma, paciência e esperança e vão ver que tudo vai dar certo.




PS: Quem é que ainda não é cliente da Energia Simples? Toca a mudar, gente :P

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

#antes VS #depois

Como já aqui disse, comecei esta minha jornada há 3 anos e tal, agora quase 4. Se contarmos com o 1º ano em que não fiz nada de jeito, comecei há quase 3 anos, vá. Não foi sempre fácil, admito. Aliás, foi bem mais difícil do que fácil. Adorava poder dizer que é muito fácil comer saudável, que é sempre muito saboroso e que vivo bem sem as "porcarias" mas a verdade não é essa: muitas das vezes, é uma chatice comer saudável. É uma chatice teres que comer novamente bife grelhado ou comer sopa todos os dias (mesmo naqueles dias horríveis de calor!). É uma chatice ir a um jantar de grupo, ver os outros a come pizza, francesinha, o que seja, e tu com uma saladinha ou bife de frango. Não, não é fácil. Mas também não é impossível, basta apenas partir de nós. Sermos nós a querer. E se nós quisermos, conseguimos!

Hoje que começo um novo desafio no mundo do trabalho, que volto à rotina e que digo adeus a estes dias carregados de "comida de lixo", decidi partilhar um "antes e depois" meu, para me auto-motivar a focar novamente no objetivo (que ainda está muito longe) e para motivar quem poderá estar a começar esta luta.  Por este lado, já lá vão 21 kg, mais de 10% de massa gorda e muuuuitos centímetros.





Hoje é o dia que partilho, oficialmente, este meu mini-projeto do blogue.
Hoje é o dia em que volto à carga, ao foco e à motivação a 100%.
Hoje pode ser o dia em que tu podes também mudar! Basta querer!


segunda-feira, 27 de junho de 2016

#números

Os números não são mais que isso: números. Objetos da matemática usados para descrever quantidade, ordem ou medida, segundo a Wikipédia. Mas, independentemente disso, sabe bem COMO O CARAÇAS ter, finalmente, umas calças 38 a servirem-me. Sabe bem levar um 40, já a apontar para o otimismo e depois ter que ir buscar o número abaixo. Sabe bem. É sinal que todo o esforço e sacrifício ao longo destes 3 anos e meio estão a dar frutos, agora mais do que nunca.

Naqueles dias em que te apetecer desistir e deitar a toalha ao chão, pensa em tudo o que já alcançaste até agora, todas as tuas pequenas vitórias em batalhas que te vão fazer ganhar esta Guerra.

Se ainda estás na fase de querer começar, consciencializa-te que isto é PARA TI, POR TI e PARA TI. Não é para mais ninguém! És tu que tens que te sentir bem contigo própria. És tu que tens que ter força, vontade e motivação para começar e, mais difícil ainda, continuar. Não há ninguém no mundo que o possa fazer por ti, por muito que queiram. Não há dietas nem comprimidos milagrosos. Há, isso sim, um compromisso em seguir uma alimentação equilibrada dia sim, dia sim. Um compromisso em tornares-te ativa e praticante de desporto, seja ele qual for. Mas tudo isto tem que partir de ti! Tu estás no direito e dever de mudar a tua vida :)

E acredita, vale bem a pena! Vale a pena um dia, olhares para o espelho e começares a gostar do que vês. Vale a pena finalmente conseguires comprar uns calções naquela loja "que só faz roupa para magros". Demora, é verdade, mas vale a pena.


Um dia vou vestir um S e um 38..........

 e ontem foi o dia!




Boa semana,
Licas

domingo, 19 de junho de 2016

#sugarlicious #1

O meu hábito de chegar ao supermercado, ver toda a informação nutricional dos alimentos e compará-los entre si já vem de há algum tempo mas semana passada, quando fui com o meu namorado fazer as minhas compras da semana e ele pegou nuns iogurtes líquidos que costuma comprar, carregadinhos de açúcar, deu-me um click. Assim, decidi fazer uma "viagem" em fotografias por vários produtos alimentares e comparar a quantidade de açúcar de cada produto, através do número de pacotinhos de açúcar que cada um tem. O resultado é surpreendentemente assustador.

Nota: cada pacote de açúcar utilizado para este registo tem 3 gramas de produto.

Iogurte Magro Natura (Pingo Doce) - 6 gr

Bebida de soja Alpro - 3,5 gr

Iogurte de Aroma Morango (Longa Vida) - 14 gr

Compal de Pêssego - 19 gr

Barra Proteica (Siken) - 4 gr

Leite Escolar Mimosa - 16 gr


Surpreendente, não? Imaginem então o número de pacotes de açúcar que ingeríamos (e que, no caso de algumas pessoas ainda ingerem) por dia, sem ter noção, na maior parte das vezes! 

É claro que precisamos de açúcar, para manter o corpo e a alma sãos mas não nos devemos esquecer que este deve ser, segundo recomendação da OMS, apenas 10% do nosso índice calórico diário e não precisa de ser consumido apenas através de produtos processados! A fruta, por exemplo, é ótimo para trazer parte do açucar necessário à nossa alimentação e é super saudável! 
Vá, é só fazer as opções certas :)

Voltarei com a parte #2 deste #sugarlicious mas, enquanto isso, controlem essa ingestão de açúcares :P 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

#resultado

Acabei este domingo as 3 semanas "intensivas" de low carb e, sinceramente, já não aguentava mais. Eram muitas restrições e o facto de pensar nelas fazia com que tivesse mais vontade de as quebrar mas consegui manter-me firme e "sobreviver" a este tempinho mais complicado. Acabou, finalmente. E estou aqui hoje para vos falar dos resultados, que ainda nem eu acredito: menos 4.4 kg na balança! Finalmente passou abaixo dos 70kg! Algo que já desejava há mais de 1 ano! Estou tão feliz!
O perímetro abdominal reduziu também significativamente. Não o medi mas noto nas roupas.

A partir de hoje começo um novo plano alimentar, com um aumento dos hidratos e com novas opções de snacks. A motivação está lá no alto e acredito que é desta que chego à minha primeira meta dos 65 kg!

Wish me luck :)

PS: Ando aqui a magicar um post para partilhar mas necessita de um pre-work que ainda não tive tempo de agendar.

domingo, 1 de maio de 2016

#newfocus

2 meses passados, nova avaliação feita. Expectativas baixas. Muito baixas. O treino esteve lá, a alimentação equilibrada nem por isso. Abusei nos doces. Mea-culpa. E por isso mesmo precisava de um abanão tanto em termos de "choque" com a realidade dos números como em termos de alimentação.

Chegada lá, os resultados até nem foram tão maus como achava: aumentei 400 gramas ao peso mas diminui bastante a massa gorda. Perdi volume em todo o lado menos no abdominal, onde aumentei 2 centímetros, acho. Estava à espera... porque sem alimentação nada feito. Então, assim sendo, comprometi-me a perder 3 kg nos próximos 2 meses. Não é uma meta muito alta mas para quem já perdeu tanto peso, começa a ser difícil contornar a balança. Para isso, vou estar cerca de 3 semanas em "low carbs time", o que para mim é complicadíssimo: adeus arroz, adeus massa, adeus pão. Tirarem-me o pão é como se me tirassem tudo. Não é que tenha que o deixar a 100% estas semanas mas só posso comer 1/2 vezes, no máximo, por semana. Vai ser difícil, acho que vou pirar de vez. Mas tenho a motivação no auge e confiança de que vou conseguir.

Até lá, vou atualizando e dando notícias de como está a correr :)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

#Umdianormal #1

Hoje decidi mostrar-vos o que, para mim, é um dia normal, em termos de alimentação. Como muitas vezes ao dia. Há quem diga que passo a vida a comer. O que não é de todo mentira. Vamos lá então a uma rotina diária de moi-même.

1) Pequeno almoço AKA melhor refeição do dia - 8h15


  • Pão de fibras com queijo fresco de barrar e frutos secos;
  • Manga + morangos



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

#desmotivacao vs #motivação

Por um lado há a motivação para treinar, para fazer o plano, para fazer aulas, para não faltar ao ginásio, no matter what.

Por outro lado há a desmotivação para a rotina diária da alimentação. Para a constante necessidade de resistir, de não comer isto ou aquilo.

E tudo começou no fim de janeiro, quando me pesei e tinha aumentado 1 kilo. 1 kilo "não é nada", eu sei. A balança não é um espelho, eu sei. Mas desmotiva. E foi a gota de água necessária para eu me deixar cair a sério.
Depois são as constantes "bocas" que vou ouvindo, de pessoas que julgam os outros pela aparência, que só por ser mais gordinha do que o resto das pessoas que me rodeia é porque como mais e como tudo o que me aparece. Não, não é verdade! Aliás, é precisamente por ser como sou que não posso fazer isso, que tenho que me controlar, que tive que mudar o meu estilo de vida, o meu tipo de alimentação. É precisamente por causa de ser como sou e de não querer continuar a ser que me esforço, todos os dias, para ser uma pessoa mais saudável. E quem não sabe disso, e quem continua a julgar-me e a julgar pessoas "como eu", devia estar calado e olhar por si e para si.


Estas pequenas coisas têm-me deixado sem garra, sem vontade de continuar a lutar para alcançar o meu objetivo.

Melhores dias virão e espero ansiosamente por eles. Por eles e pelos resultados, que também vêm a caminho, espero eu.

Força, Foco e Fé.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

#Dopassadoaopresente

Hoje sinto-me com vontade de vos falar de uma jornada iniciada há pouco mais de 3 anos: a perda de peso.

Na realidade, ela começou antes disso. Para aí em 2007 decidi ir a uma nutricionista num hospital público. Nessa altura pesava cerca de 83 kg ( e meço 1,66 metros) e foi-me dito que tinha obesidade Nível I. Foi aí que decidi começar uma dieta para ver se perdia algum peso. Nessa altura, a minha dieta passou praticamente a 100% pela mudança de alimentação (até aí totalmente descuidada) e uma caminhada 5x por semana, à noite, depois de jantar. Durante essa fase, nunca me foram tiradas medidas, nunca soube como estava a nível de volume, gordura ou massa magra, apenas me era apresentado o peso. A verdade é que até 2009 consegui emagrecer 13kg e entrei para a faculdade a pesar 70 kg. Nunca deixei de ter excesso de peso, o meu IMC nunca baixou os 25, mas ia num bom caminho.